A Polícia Civil prendeu um homem de 43 anos, investigado por agredir brutalmente um idoso de 79 anos, em Osasco, na Grande São Paulo. A ação ocorreu após um trabalho de inteligência realizado por equipes de diferentes regiões do estado, mobilizado após o ataque, que aconteceu no dia 30 de outubro.
O agressor, que tinha um mandado de prisão em aberto, foi levado à polícia na quarta-feira (4), após as diligências que permitiram identificar seus deslocamentos. O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, acompanhou o desfecho da operação ao lado do delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian.
A operação e o reconhecimento do secretário
Nico Gonçalves elogiou o empenho dos policiais civis, afirmando que a operação foi um esforço conjunto para identificar e prender o suspeito. "Do mesmo jeito que sei cobrar a prisão de determinados criminosos, sei agradecer. É o que vim fazer pelos policiais, todos os investigadores que se dedicaram para identificar e achar esse cara", disse.
Histórico do investigado
O secretário também destacou que o investigado já era conhecido das autoridades, tendo sido condenado em 2021 a 14 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado após matar outro idoso com um disparo de balestra. Ele progrediu para o regime aberto em setembro de 2025.
Detalhes da agressão
A agressão mais recente ocorreu no bairro Helena Maria, onde o idoso foi surpreendido pelas costas com um chute e, após cair, recebeu uma pisada na cabeça. O ataque, registrado por câmeras de segurança, resultou em traumatismo cranioencefálico e um ferimento de cinco centímetros na parte posterior da cabeça, que exigiu sutura.
O caso é investigado pelo 10º Distrito Policial de Osasco, que prossegue com as diligências para esclarecer todas as circunstâncias do ataque. O investigado foi apresentado ao 99º Distrito Policial, onde o mandado de prisão temporária foi cumprido.
A Polícia Civil trata a localização do agressor como uma questão de honra, considerando a vulnerabilidade da vítima. O delegado-geral Artur Dian afirmou que a instituição está comprometida em garantir a segurança de pessoas idosas, que merecem viver em paz durante a aposentadoria.

